Our Self: Um blogue desalinhado, desconforme, herético e heterodoxo. Em suma, fora do baralho e (im)pertinente.
Lema: A verdade é como o azeite, precisa de um pouco de vinagre.
Pensamento em curso: «Em Portugal, a liberdade é muito difícil, sobretudo porque não temos liberais. Temos libertinos, demagogos ou ultramontanos de todas as cores, mas pessoas que compreendam a dimensão profunda da liberdade já reparei que há muito poucas.» (António Alçada Baptista, em carta a Marcelo Caetano)
The Second Coming: «The best lack all conviction, while the worst; Are full of passionate intensity» (W. B. Yeats)

02/07/2011

O ruído do silêncio da gente honrada no PS é ensurdecedor (43) – ou se calam ou falam a desoras

«Para mim, a ética republicana acrescenta à lei, é mais do que a lei. Muitas vezes somos confrontados com leis injustas que até nos podem trazer uma pequena vantagem patrimonial, mas, confrontados com a nossa exigência e princípios, consideramos ser nossa obrigação não beneficiar dela, ainda que legalmente possa ser admitido», disse António José Seguro o candidato à liderança do PS, aparentemente saído duma clandestinidade que durou 6 anos.

Na mesma ocasião, Mário Soares confessou, com vários anos de atraso, que ao PS «faz bem uma cura de oposição», repetindo o que tinha dito aquando da fuga do engenheiro Guterres: «ao PS fará bem uma cura de oposição ... para livrar-se de um certo oportunismo interesseiro e negocista que o atacou, como musgo viscoso».

Sem comentários: